segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sua dor (para Glauco)

Poeta, bandido
De rosto costurado
De braço dilacerado
Minha dor é ver você assim
Acostumado com a morte
Dizendo-me em noites de bebedeira
Que ela já fez metade do caminho
Minha dor é ver você assim
Impotente, sem ninguém ao lado
Sofrendo por tudo (e por nada)
“Mas eu não sofro não”
O baralho vistoso, leu sua sorte
Seu dia não tarda em chegar

2 comentários:

patricia disse...

Como ficou bonito!

Glauco César II disse...

caralho!!!
vou chorar!
filho da puta!
hahahah
:)