domingo, 18 de abril de 2010

Medusa

É medusa;
Ah morte me seduza,
Em pedra me destrua.
Seu brinquedo estático
me perco em um elástico.
Sua cobra maquiavelica,
Demónio vil e sádico.
Quero que me esqueça
E perca sua cabeça
Você não vê que se perdeu,
Ninguem quer ser o seu perseu.
E acalmar sua fúria,
Atenuar sua luxúria.

É Medusa;
Me conduza ao ódio,
Derradeiro em meio ao fim.
O escudo que usaste,
este feitiço,
de coração petrificado,
Aos olhos em revês,
do carinho desperdiçado,
ao amor estraçalhado.

É Medusa,
Erros não são eternos...
Mas a morte sim!

2 comentários:

Pati disse...

Ela não me agrada nem um pouco.

Lais disse...

"É Medusa,
Erros não são eternos...
Mas a morte sim!"
vixe
vixe
vixe
Muito bom!! adorei!